"Todo mundo é um pouco triste e um pouco louco."
Sou uma aberração e comecei tudo de trás pra frente quando se trata de Os Vingadores. Então, resolvi, antes que ele esteja disponível em DVD, corrigir meu erro e assistir todos os filmes que contribuiram na sua construção. Sendo assim, abertos os trabalhos com Homem de Ferro. O filme conta a história de Tony Stark, herdeiro de uma indústria de armas, que ao perder seu pai, decide dar continuidade à empresa da família. Ao viajar para o Afeganistão e tornar-se prisioneiro do povo de lá, Stark constrói uma armadura de ferro para lhe ajudar a sair do cativeiro. Porém, ao voltar para casa, depois de todas as coisas que presenciou, ele já não é mais o mesmo; nem fisicamente, nem psicológicamente. E assim, decide suspender as atividades da empresa e usar a tecnologia que produz para fazer algo efetivamente bom para a humanidade. Contudo, nem tudo será tão simples quanto parece para o nosso querido herói, interpretado pelo fofo Robert Downey Jr. (não é coincidência, estou mesmo morrendo de admiração por ele). Eu, que nunca pensei que me sentiria atraída por esse tipo de filme, estou aqui, ansiosa pela continuidade.
Nota: 10

Sou uma aberração e comecei tudo de trás pra frente quando se trata de Os Vingadores. Então, resolvi, antes que ele esteja disponível em DVD, corrigir meu erro e assistir todos os filmes que contribuiram na sua construção. Sendo assim, abertos os trabalhos com Homem de Ferro. O filme conta a história de Tony Stark, herdeiro de uma indústria de armas, que ao perder seu pai, decide dar continuidade à empresa da família. Ao viajar para o Afeganistão e tornar-se prisioneiro do povo de lá, Stark constrói uma armadura de ferro para lhe ajudar a sair do cativeiro. Porém, ao voltar para casa, depois de todas as coisas que presenciou, ele já não é mais o mesmo; nem fisicamente, nem psicológicamente. E assim, decide suspender as atividades da empresa e usar a tecnologia que produz para fazer algo efetivamente bom para a humanidade. Contudo, nem tudo será tão simples quanto parece para o nosso querido herói, interpretado pelo fofo Robert Downey Jr. (não é coincidência, estou mesmo morrendo de admiração por ele). Eu, que nunca pensei que me sentiria atraída por esse tipo de filme, estou aqui, ansiosa pela continuidade.

Nota: 10

E ao ser informada diretamente pela minha querida amiga Nicole Leites, correspondente da concorrência “Enne Filmes”, fiquei ainda mais contente por ter assistido em primeira mão o filme Para Sempre. Inspirado no livro e baseado em fatos reais, o filme conta a história de Paige e Leo, dois apaixonados recém-casados que vêem suas vidas mudarem radicalmente em uma noite. Após um acidente, Paige perde parcialmente sua memória. Suas últimas lembranças não condizem mais com a vida que vem levando e Leo precisará de muita força para trazer Paige de volta. Impossível falar sobre o filme sem entrar nos pormenores, portanto, irei me conter. O que ficou inevitável foi a sensação angustiante que me fez refletir por várias horas depois do “The end”. Imagine-se vivendo uma vida que você não gosta. Você decide mudá-la. Deixar para trás as pessoas que lhe fazem mal, as coisas que faz por obrigação, as atitudes que tinha e que não mais lhe agradam. E então sofrer um acidente e esquecer de tudo. Esquecer quem é, quem se tornou, no que acredita. Uma frase do nosso protagonista que não irei mais esquecer, após Paige tornar-se novamente a pessoa que era e não lhe agradava: honre suas escolhas, mesmo sem suas lembranças agora, pense naquilo que você escolheu fazer da sua vida, naquilo que você queria fazer e fazia porque tinha motivos. Voltar atrás, no caso de Paige, foi regredir uma etapa. Voltar a ser a pessoa que não gostava de ser, voltar às mesmas escolhas erradas e forçadas. É ver seu castelo pronto desmoronar e ter que construi-lo mais uma vez. Se você escolheu, teve motivos para fazer isso. Quanto a Leo… imagine-se vendo a pessoa por quem você se apaixonou simplesmente desaparecer, não existir mais, tornar-se alguém desconhecido. E não ter como ajudar. É quase uma morte; só o que fica é o corpo físico. Depois disso acho que farei novamente diários. Ao menos me entenderei, se um dia eu não me entender mais.
Nota: 10
E acessem o blog da “concorrência”: http://www.ennefilmes.blogspot.com.br/

E ao ser informada diretamente pela minha querida amiga Nicole Leites, correspondente da concorrência “Enne Filmes”, fiquei ainda mais contente por ter assistido em primeira mão o filme Para Sempre. Inspirado no livro e baseado em fatos reais, o filme conta a história de Paige e Leo, dois apaixonados recém-casados que vêem suas vidas mudarem radicalmente em uma noite. Após um acidente, Paige perde parcialmente sua memória. Suas últimas lembranças não condizem mais com a vida que vem levando e Leo precisará de muita força para trazer Paige de volta. Impossível falar sobre o filme sem entrar nos pormenores, portanto, irei me conter. O que ficou inevitável foi a sensação angustiante que me fez refletir por várias horas depois do “The end”. Imagine-se vivendo uma vida que você não gosta. Você decide mudá-la. Deixar para trás as pessoas que lhe fazem mal, as coisas que faz por obrigação, as atitudes que tinha e que não mais lhe agradam. E então sofrer um acidente e esquecer de tudo. Esquecer quem é, quem se tornou, no que acredita. Uma frase do nosso protagonista que não irei mais esquecer, após Paige tornar-se novamente a pessoa que era e não lhe agradava: honre suas escolhas, mesmo sem suas lembranças agora, pense naquilo que você escolheu fazer da sua vida, naquilo que você queria fazer e fazia porque tinha motivos. Voltar atrás, no caso de Paige, foi regredir uma etapa. Voltar a ser a pessoa que não gostava de ser, voltar às mesmas escolhas erradas e forçadas. É ver seu castelo pronto desmoronar e ter que construi-lo mais uma vez. Se você escolheu, teve motivos para fazer isso. Quanto a Leo… imagine-se vendo a pessoa por quem você se apaixonou simplesmente desaparecer, não existir mais, tornar-se alguém desconhecido. E não ter como ajudar. É quase uma morte; só o que fica é o corpo físico. Depois disso acho que farei novamente diários. Ao menos me entenderei, se um dia eu não me entender mais.

Nota: 10

E acessem o blog da “concorrência”: http://www.ennefilmes.blogspot.com.br/

Ando sem tempo pra ir atrás de filmes potencialmente legais, por isso, meu namorado é quem tem se encarregado disso e é responsável por este e pelo próximo filme sobre o qual escreverei. Guerra é Guerra é uma comédia romântica engraçadíssima que faz jus ao gênero. Dois amigos inseparáveis, Tuck e FDR, agentes da CIA e cansados da vida que levam de solteiros-sem-compromisso-amoroso, resolvem que chegou a hora de procurar uma namorada. O que os amigos não imaginavam era que cairiam na rede da mesma garota: Lauren. Ela, convencida por sua melhor amiga, resolve sair com os dois, até resolver com quem deve ficar. Contudo, o que Lauren não imagina é que seus dois pretendentes se conhecem e são amigos e, embora decidam não prejudicar um ao outro, o instinto competitivo entre a dupla será mais forte e capaz de fazer as maiores loucuras para conquistar o coração da amada. Resumidamente, o filme é garantia de muitas risadas e vale cada minuto.
Nota: 10

Ando sem tempo pra ir atrás de filmes potencialmente legais, por isso, meu namorado é quem tem se encarregado disso e é responsável por este e pelo próximo filme sobre o qual escreverei. Guerra é Guerra é uma comédia romântica engraçadíssima que faz jus ao gênero. Dois amigos inseparáveis, Tuck e FDR, agentes da CIA e cansados da vida que levam de solteiros-sem-compromisso-amoroso, resolvem que chegou a hora de procurar uma namorada. O que os amigos não imaginavam era que cairiam na rede da mesma garota: Lauren. Ela, convencida por sua melhor amiga, resolve sair com os dois, até resolver com quem deve ficar. Contudo, o que Lauren não imagina é que seus dois pretendentes se conhecem e são amigos e, embora decidam não prejudicar um ao outro, o instinto competitivo entre a dupla será mais forte e capaz de fazer as maiores loucuras para conquistar o coração da amada. Resumidamente, o filme é garantia de muitas risadas e vale cada minuto.

Nota: 10

Woody Allen é clássico e o que mais me encanta é sua falta de obviedade. Meia Noite em Paris é mais um dos seus filmes adoráveis. O filme conta a história de Gil, um romântico apaixonado pelos anos 20, seus “anos de Ouro”. Em uma viagem à Paris, acompanhado de sua noiva Inez, Gil, um roteirista de cinema frustrado com a profissão que exerce e que busca tornar-se um escritor, descobre que Paris pode acrescentar muito ao livro que está escrevendo. Lá, ele embarcará em uma aventura com seus maiores ídolos, que o levará a questionar as decisões que fez durante sua vida. O filme é característico de Woody Allen e, exatamente por isso, é demais. Além disso, trás uma mensagem extremamente importante e que é muito conhecida por nós, por meio do ditado “a grama do vizinho é sempre mais verde”. Aos saudosistas que, como eu, adoram dizer que “no seu tempo e na sua infância” (nem me imagino aos sessenta anos, se aos vinte e dois já sou assim) tudo era melhor e mais colorido, um único recado: estamos sempre atrás daquilo que não podemos ter. Fica aqui o meu tímido pedido: Por um mundo onde a gente saiba aproveitar o dia de hoje e vive-lo com todo encanto que ele nos trás, já que em aproximadamente cem anos, teremos vivido, aos olhos dos nossos descendentes, em uma época muito melhor. (e assim sucessivamente)
Nota: 10

Woody Allen é clássico e o que mais me encanta é sua falta de obviedade. Meia Noite em Paris é mais um dos seus filmes adoráveis. O filme conta a história de Gil, um romântico apaixonado pelos anos 20, seus “anos de Ouro”. Em uma viagem à Paris, acompanhado de sua noiva Inez, Gil, um roteirista de cinema frustrado com a profissão que exerce e que busca tornar-se um escritor, descobre que Paris pode acrescentar muito ao livro que está escrevendo. Lá, ele embarcará em uma aventura com seus maiores ídolos, que o levará a questionar as decisões que fez durante sua vida. O filme é característico de Woody Allen e, exatamente por isso, é demais. Além disso, trás uma mensagem extremamente importante e que é muito conhecida por nós, por meio do ditado “a grama do vizinho é sempre mais verde”. Aos saudosistas que, como eu, adoram dizer que “no seu tempo e na sua infância” (nem me imagino aos sessenta anos, se aos vinte e dois já sou assim) tudo era melhor e mais colorido, um único recado: estamos sempre atrás daquilo que não podemos ter. Fica aqui o meu tímido pedido: Por um mundo onde a gente saiba aproveitar o dia de hoje e vive-lo com todo encanto que ele nos trás, já que em aproximadamente cem anos, teremos vivido, aos olhos dos nossos descendentes, em uma época muito melhor. (e assim sucessivamente)

Nota: 10

Um filme com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo e Scarlett Johansson, entre outros, no elenco, não tinha como não ser perfeito. Os Vingadores é o retrato do trabalho em equipe. Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk e a Viúva Negra precisarão trabalhar juntos para deter Loki que, após roubar o cubo mágico de dentro de instalações da S.H.I.E.L.D, está de volta mais poderoso, para dominar a Terra com a ajuda dos chitauri. Eu não sou (ou não era) grande fã desse tipo de filme. Não assisti Homem de Ferro e tudo que sei sobre Hulk e o Capitão América é o que vi nos desenhos. Mas Os Vingadores é tão bem construído e produzido, que não vejo a menor possibilidade de alguém não sair do filme hipnotizado. Piadas inteligentes e um roteiro fantástico, juntamente com os efeitos em 3D, me fazem afirmar que valeu cada centavo.
Nota: 10

Um filme com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo e Scarlett Johansson, entre outros, no elenco, não tinha como não ser perfeito. Os Vingadores é o retrato do trabalho em equipe. Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk e a Viúva Negra precisarão trabalhar juntos para deter Loki que, após roubar o cubo mágico de dentro de instalações da S.H.I.E.L.D, está de volta mais poderoso, para dominar a Terra com a ajuda dos chitauri. Eu não sou (ou não era) grande fã desse tipo de filme. Não assisti Homem de Ferro e tudo que sei sobre Hulk e o Capitão América é o que vi nos desenhos. Mas Os Vingadores é tão bem construído e produzido, que não vejo a menor possibilidade de alguém não sair do filme hipnotizado. Piadas inteligentes e um roteiro fantástico, juntamente com os efeitos em 3D, me fazem afirmar que valeu cada centavo.

Nota: 10

A Invenção de Hugo Cabret me fez chorar como há tempos não acontecia. Sei que todo mundo relata a mesma coisa, então serei mais uma no time a elogiar: o filme é espetacular! Ele conta a história de um menino de 12 anos, filho de relojoeiro, que ao se tornar órfão, herda do seu pai (o lindo Jude Law) apenas um autômato (uma espécie de robô que é capaz de escrever). Vivendo em uma estação de trem em Paris e consertando relógios, ele faz do seu objetivo consertá-lo a fim de desvendar uma possível mensagem secreta deixada por seu pai. O que ele não imagina é que isso irá levá-lo a um velho e mal humorado dono de uma loja de brinquedos. Por que? A chave para esse mistério (literalmente) está mais próximo do que Hugo imagina. (o que eu não poderia deixar de fora desse post é o comentário do ator-mirim Asa Butterfield, ao interpretar o pequeno Hugo: “penso no meu pai o tempo todo”. Relaxa Hugo, não há nada de errado nisso, eu também penso no Jude Law o tempo todo).
Nota: 10

A Invenção de Hugo Cabret me fez chorar como há tempos não acontecia. Sei que todo mundo relata a mesma coisa, então serei mais uma no time a elogiar: o filme é espetacular! Ele conta a história de um menino de 12 anos, filho de relojoeiro, que ao se tornar órfão, herda do seu pai (o lindo Jude Law) apenas um autômato (uma espécie de robô que é capaz de escrever). Vivendo em uma estação de trem em Paris e consertando relógios, ele faz do seu objetivo consertá-lo a fim de desvendar uma possível mensagem secreta deixada por seu pai. O que ele não imagina é que isso irá levá-lo a um velho e mal humorado dono de uma loja de brinquedos. Por que? A chave para esse mistério (literalmente) está mais próximo do que Hugo imagina. (o que eu não poderia deixar de fora desse post é o comentário do ator-mirim Asa Butterfield, ao interpretar o pequeno Hugo: “penso no meu pai o tempo todo”. Relaxa Hugo, não há nada de errado nisso, eu também penso no Jude Law o tempo todo).

Nota: 10

Esse final de semana combinado com o friozinho que fez tornou-se bem propício para olhar filmes. O primeiro deles que olhei foi A Dama de Ferro, o filme que conta a história da ex-Primeira Ministra da Inglaterra Margaret Thatcher, uma mulher que abriu mão (parcialmente) da família e do fogão, em prol da vida política. Em uma idade já mais avançada, Margaret relembra a história da sua vida, em ordem não cronológica, através de seus devaneios e conversas com seu marido Dênis, já falecido, questionando se tudo valeu a pena. Margaret fez jus à denominação Dama de Ferro, por ter sido a primeira Ministra britânica mulher, tendo se mantido por 11 anos no poder, em uma época em que as mulheres não tinham espaço na política, mostrando a todos os desacreditados que era capaz de comandar o país mesmo em épocas nebulosas. Muito legal, juridicamente falando, foi o fato de ter conseguido relacionar o filme com as aulas de Direito da Integração (União Européia, moeda comum, Guerra das Malvinas). Filme mais do que nunca é cultura, além do entretenimento.
Nota: 9,5

Esse final de semana combinado com o friozinho que fez tornou-se bem propício para olhar filmes. O primeiro deles que olhei foi A Dama de Ferro, o filme que conta a história da ex-Primeira Ministra da Inglaterra Margaret Thatcher, uma mulher que abriu mão (parcialmente) da família e do fogão, em prol da vida política. Em uma idade já mais avançada, Margaret relembra a história da sua vida, em ordem não cronológica, através de seus devaneios e conversas com seu marido Dênis, já falecido, questionando se tudo valeu a pena. Margaret fez jus à denominação Dama de Ferro, por ter sido a primeira Ministra britânica mulher, tendo se mantido por 11 anos no poder, em uma época em que as mulheres não tinham espaço na política, mostrando a todos os desacreditados que era capaz de comandar o país mesmo em épocas nebulosas. Muito legal, juridicamente falando, foi o fato de ter conseguido relacionar o filme com as aulas de Direito da Integração (União Européia, moeda comum, Guerra das Malvinas). Filme mais do que nunca é cultura, além do entretenimento.

Nota: 9,5

Embora tenha começado meio devagar, Amizade Colorida teve um meio e final tão bonitinhos que atingiu em cheio meu lado sentimental feminino. O filme conta a história de Jamie e Dylan, duas pessoas com problemas emocionais e que após terminarem diversos relacionamentos, se conhecem em Nova York e decidem levar uma amizade de forma colorida: nada de sentimentos ou emoções! Porém, com a convivência, eles percebem que tem criado vínculos fortes e que não querem estragar a amizade. Dessa forma, passam a tentar se relacionar com outras pessoas - tentativa essa que é completamente frustrada de ambos os lados. Negando de todas as formas qualquer sentimento além que possa existir, Dylan e Jamie percebem que foram feitos um para o outro e que é completamente impossível controlar o coração. Às vezes a gente acha que transmitir mensagens não pode ser mérito de uma comédia, mas o que mais me chamou atenção nesse filme foi a mensagem que ele trouxe: todos temos defeitos e em algum lugar do mundo vai existir alguém para quem nossos defeitos serão pequenos e irrelevantes, e que também terá defeitos que para nós serão toleráveis. E olha que já inventaram até termo pra classificar esse fenômeno que ocorre: metade da laranja. Por mais tentativas erradas que tenhamos feito até agora, um dia ela aparece.
Nota: 9

Embora tenha começado meio devagar, Amizade Colorida teve um meio e final tão bonitinhos que atingiu em cheio meu lado sentimental feminino. O filme conta a história de Jamie e Dylan, duas pessoas com problemas emocionais e que após terminarem diversos relacionamentos, se conhecem em Nova York e decidem levar uma amizade de forma colorida: nada de sentimentos ou emoções! Porém, com a convivência, eles percebem que tem criado vínculos fortes e que não querem estragar a amizade. Dessa forma, passam a tentar se relacionar com outras pessoas - tentativa essa que é completamente frustrada de ambos os lados. Negando de todas as formas qualquer sentimento além que possa existir, Dylan e Jamie percebem que foram feitos um para o outro e que é completamente impossível controlar o coração. Às vezes a gente acha que transmitir mensagens não pode ser mérito de uma comédia, mas o que mais me chamou atenção nesse filme foi a mensagem que ele trouxe: todos temos defeitos e em algum lugar do mundo vai existir alguém para quem nossos defeitos serão pequenos e irrelevantes, e que também terá defeitos que para nós serão toleráveis. E olha que já inventaram até termo pra classificar esse fenômeno que ocorre: metade da laranja. Por mais tentativas erradas que tenhamos feito até agora, um dia ela aparece.

Nota: 9

Com Jude Law no elenco, não tem como Sherlock Holmes 2: O Jogo das Sombras não ficar perfeito (hehe). Junção de comédia e suspense, e de uma forma leve, o filme narra mais um dos crimes que só podem ser solucionados por Holmes e seu parceiro Watson, recém casado e a caminho de sua lua de mel. Dessa forma, Watson é impelido a deixar sua querida Mary para embarcar em mais uma aventura (dessa vez, a última?). Príncipes e Ministros começam a morrer, supostamente se suicidando, enquanto uma guerra está prestes a ser declarada. Quem está do outro lado do tabuleiro de xadrez (literalmente) é oProfessor Moriarty, um homem com um intelecto tão elevado quanto de Sherlock com grandes planos em mente, e que vai fazer desse quebra-cabeças um jogo bem difícil de achar o fim. Todo filme, como é característico de Sherlock Holmes, me deixa extasiada e aguça minha curiosidade, porém, preciso confessar que o final, embora engraçado, me decepcionou pela impossibilidade. Nem tudo pode ser perfeito; só o Jude Law.
Nota: 9,5

Com Jude Law no elenco, não tem como Sherlock Holmes 2: O Jogo das Sombras não ficar perfeito (hehe). Junção de comédia e suspense, e de uma forma leve, o filme narra mais um dos crimes que só podem ser solucionados por Holmes e seu parceiro Watson, recém casado e a caminho de sua lua de mel. Dessa forma, Watson é impelido a deixar sua querida Mary para embarcar em mais uma aventura (dessa vez, a última?). Príncipes e Ministros começam a morrer, supostamente se suicidando, enquanto uma guerra está prestes a ser declarada. Quem está do outro lado do tabuleiro de xadrez (literalmente) é oProfessor Moriarty, um homem com um intelecto tão elevado quanto de Sherlock com grandes planos em mente, e que vai fazer desse quebra-cabeças um jogo bem difícil de achar o fim. Todo filme, como é característico de Sherlock Holmes, me deixa extasiada e aguça minha curiosidade, porém, preciso confessar que o final, embora engraçado, me decepcionou pela impossibilidade. Nem tudo pode ser perfeito; só o Jude Law.

Nota: 9,5

Pra nós brasileiros que já estamos cansados do gênero “Se eu fosse você”, o filme Eu queria ter a sua vida assusta um bocado, mas vale o pavor. Como a sinopse e o título já deixam transparente, Dave e Mitch são dois homens com vidas completamente diferentes, insatisfeitos com o cansaço da rotina diária e que, como todo ser humano, pensam que a grama do vizinho é muito mais verde e que é muito fácil levar a vida de outra pessoa. Dave é um advogado bem sucedido, prestes a se tornar sócio de uma empresa de advocacia, com casa, mulher e três filhos. Mitch é um homem solteiro, ator quase sempre “sem trabalho”, que vive a vida intensamente com mulheres, bebidas e drogas. Amigos desde pequenos, os dois trocam de corpo e precisam levar a vida do outro até que a magia seja desfeita, justo no momento em que decisões importantes estão sendo tomadas para ambos que podem influenciar suas vidas a longo prazo. O filme tem uma mensagem muito importante, a meu ver, e serve para a gente refletir quantas vezes subestimamos a vida dos outros, achando que tudo é exagero ou frescura, quando não sabemos da missa a metade. Já dizia Caetano Veloso: “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”.
E um parênteses a uma cena que me ganhou: Dave (o advogado) explicando sua rotina à Mitch: “deve ter coisas suficientes no meu dia para umas 50 horas: FAÇA DAR CERTO”. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência, cóf cóf.
Nota: 9

Pra nós brasileiros que já estamos cansados do gênero “Se eu fosse você”, o filme Eu queria ter a sua vida assusta um bocado, mas vale o pavor. Como a sinopse e o título já deixam transparente, Dave e Mitch são dois homens com vidas completamente diferentes, insatisfeitos com o cansaço da rotina diária e que, como todo ser humano, pensam que a grama do vizinho é muito mais verde e que é muito fácil levar a vida de outra pessoa. Dave é um advogado bem sucedido, prestes a se tornar sócio de uma empresa de advocacia, com casa, mulher e três filhos. Mitch é um homem solteiro, ator quase sempre “sem trabalho”, que vive a vida intensamente com mulheres, bebidas e drogas. Amigos desde pequenos, os dois trocam de corpo e precisam levar a vida do outro até que a magia seja desfeita, justo no momento em que decisões importantes estão sendo tomadas para ambos que podem influenciar suas vidas a longo prazo. O filme tem uma mensagem muito importante, a meu ver, e serve para a gente refletir quantas vezes subestimamos a vida dos outros, achando que tudo é exagero ou frescura, quando não sabemos da missa a metade. Já dizia Caetano Veloso: “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”.

E um parênteses a uma cena que me ganhou: Dave (o advogado) explicando sua rotina à Mitch: “deve ter coisas suficientes no meu dia para umas 50 horas: FAÇA DAR CERTO”. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência, cóf cóf.

Nota: 9